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F1: Michael Schumacher, de coração aberto

Postado por Thiago Raposo terça-feira, 16 de março de 2010

Campinas - Bem, não escondo de ninguém que me conhece que sou torcedor e admirador de Michael Schumacher, que o considero o melhor de todos os tempos e que fiquei radiante com a volta dele as pistas.

No entanto, levo muito a sério o Café com F1 e tentarei com todas as forças ser imparcial, criticando quando precisar e elogiando quando merecer. Me deparei agora cedo com uma matéria interessante sobre o alemão, feita pelo jornalista Livio Oricchio, do Estado de São Paulo, e recomendo a todos.

Segue um trecho abaixo e depois, quem quiser ler a continuação, é só dar um pulo na página do Livio.

Escrevo já de Nice, onde resido durante a temporada. Em primeiro lugar, uma explicação: não consegui postar nenhum texto no domingo. Ontem, segunda-feira, quando cá cheguei, inseri o post anterior a este e os demais que havia produzido para o Estadão, JT ne ão entraram. As mudanças gráficas no Estadão, segundo me informaram, causaram dificuldades iniciais no nosso sistema.

Apesar de já ter passado dois dias desde que o texto a seguir foi publicado no Estadão, penso valer a pena disponibilizá-lo aqui também, mesmo agora. Nos testes da pré-temporada em Valencia e Barcelona e depois um pouquinho ainda em Bahrein, recolhi um depoimento de Michael Schumacher, como sempre muito profissional comigo. Ele já havia feito o mesmo em 2004, em Suzuka. Como agora, concordou que eu escrevesse o que me contou em primeira pessoa, autorizando sua assinatura. Sem desejar valorizar nada, por favor, mas essas coisas na Fórmula 1 são raras. Meu agradecimento a Schumacher e a sua assessora de imprensa, Sabine Kehm, sempre disposta a me auxiliar quando os procuro.

Na reforma gráfica do jornal de 1994 publicamos um depoimento sincero e humano desse excepcional piloto que, agora, está roendo um osso duro com essa meninada bem mais jovem e supertalentosa. Naqueles dias, Schumacher concordou em falar comigo em pleno fim de semana de corrida, o que não faz. “Ele está te esperando às 17 horas na sua sala”, disse me Sabine, lá no Japão. Expressei estar consciente da deferência em me atender em plena sexta-feira de GP e o agradeci pela demonstração de confiança por me permitir relatar nossa conversa em primeira pessoa, sem exigir que o texto fosse encaminhado a Sabine previamente, como seria de se esperar, afinal nossa relação é extritamente profissional, o que ele sabe de mim? Até onde sei, nada.

Tudo se processou de maneira bem semelhante agora também, seis anos depois. Esses encontros me mostraram um piloto mais sensível que sua conduta nos autódromos sugere. E um homem da mesma forma ligado a certos valores mais humanitários que não são percebidos através do que nos chega pela imprensa porque ele parece criar uma espécie de blindagem no espírito. O que víamos era quase apenas uma máquina de vencer. Mas há mais que isso, pude compreender nesses bate papos informais, desprovidos do formato estanque das entrevistas tradicionais. A seguir, apresento um resumo do que Schumacher me contou este ano. Abraços!

Depoimento: Clique aqui para ler a continuação...

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