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Opinião: Sobre a punição de Schumacher

Postado por Thiago Raposo domingo, 16 de maio de 2010

Campinas - Bem, galera toda ligada em automobilismo e na Fórmula 1 sabe o que aconteceu neste Domingo (16) no fim da prova de Mônaco da Fórmula 1.

O alemão Michael Schumacher aproveitou-se de um erro de Fernando Alonso e da saída do safety-car e fez a ultrapassagem em cima do espanhol. De cara, todos acharam que a manobra era ilegal, pois não se pode ultrapassar sob bandeira amarela.

Daí apareceram pessoas dizendo que a ultrapassagem foi válida, de que havia uma mudança na regra e que depois de uma linha branca que existe na entrada dos pits, tudo estava liberado.

A verdade é que não tinha nada muito claro, pois os próprios fiscais de prova demoraram uma eternidade para chegarem a uma conclusão: de um lado Ferrari e Alonso pedindo a punição, do outro Ross Brawn e Schumacher defendendo a manobra.

No fim, saiu a notícia da punição, pois a regra proíbe ultrapassagens com o safety-car, dizendo que na última volta o mesmo precisa se recolher ao boxe, mas que não poderia acontecer nenhuma ultrapassagem.

Vendo deste ponto de vista não tem o que falar a não ser concordar com a punição imposta ao alemão. No entanto, a Mercedes vê de outra forma toda esta situação e vai recorrer da punição junto a justiça.

Como não sou advogado e não conheço em todos os detalhes o que diz (e o que não diz) a regra, me reservo ao direito de esperar em vez de ficar soltando palavras ao vento sem conhecimento de caso e se a equipe se sente prejudicada, o melhor que faz é realmente recorrer.

Mas existe algo que queria dizer sobre isto tudo, e aí sim me sinto a vontade de falar: a presença do ex-piloto Damon Hill, desafeto declarado de Schumacher entre os fiscais. Obviamente a escolha da FIA não foi feliz, pois se existem alguma ligação emocional entre ele e um piloto, toda e qualquer decisão dele fica imediatamente sob suspeita.

Em todas as áreas da vida os problemas desta ligação já são conhecidas: um médico costuma não atender casos graves de um familiar, um jurado não costuma julgar um réu se existe uma ligação, um filiado a partido político não preside uma votação e assim por diante.

Reveja no vídeo abaixo a ultrapassagem.

video

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