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Frank Williams e os novos desafios

Postado por Thiago Raposo sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Chega ao fim mais um especial feito em parceria com o Faster F1, desta vez sobre a vida e carreira de Frank Williams. Neste especial foi possível conhecer como Frank entrou para o mundo do automobilismo, sobre o início da equipe, a primeira vitória e o primeiro título, a parceria vencedora com a Renault, posteriormente com a BMW e hoje será tratado os últimos cinco anos do time.
Com a saída da BMW em 2005, restou a equipe de Frank Williams os fracos Cosworth, pau para toda obra. Nick Heidfeld acabou indo junto com a BMW e para o lugar dele entraria o inglês Jenson Button, mas o piloto acabou entrando na justiça para rescindir o pré-contrato que tinha com a equipe. Depois de receber uma boa indenização, Frank Williams acabou liberando Button da obrigação.

Para o lugar dele entrou o jovem alemão Nico Rosberg, primeiro campeão da nova categoria de acesso a F1, a GP2. Junto com ele estava o australiano Mark Webber, que permaneceu na equipe depois de 2005. Eles até começaram bem, marcando pontos na primeira prova do ano, mas daí para frente foi um caos: das 36 largadas do ano (considerando os dois carros), foram 20 quebras.

Obviamente, Frank Williams que já tinha ficado sem Honda e se virou de Renault, ficou sem Renault e se virou de BMW, se virou novamente e costurou um acordo com a Toyota para 2007. Os japoneses tinham uma equipe própria na categoria e gastavam rios de dinheiro em desenvolvimento. Mark Webber se indispôs e saiu do time e para o lugar dele entrou o experiente Alexander Wurz. A temporada foi até razoável, inclusive com um pódio de Wurz no Canadá.
Obviamente o apoio da Toyota não foi de graça e quando Wurz anunciou a aposentadoria, já na última prova daquele ano, foi substituído por Kazuki Nakajima. Rosberg é que começava a perder a paciência e houve um forte rumor que ele iria para o lugar de Fernando Alonso na McLaren, mas no fim ele permaneceu na Williams. O carro novamente nasceu franco, em 2008, e um pouco depois do meio da temporada o time abandonou o desenvolvimento e começou a trabalhar no do ano seguinte.
Junto com a Brawn e a Toyota, eles desenvolveram uns difusores revolucionários que acabaram dando bons resultados durante a temporada. Mas no fim daquele ano a Toyota anunciou a saída da categoria e a equipe se viu novamente sem motores e recorreram de novo a Cosworth. Rosberg acabou mesmo saindo, indo para a Mercedes e Nakajima, sem o apoio da Toyota, foi desligado. A nova dupla de pilotos para 2010 era Rubens Barrichello, brasileiro recordista de provas na categoria e o alemão Nico Hülkenberg, atual campeão da GP2.
Com a experiência de Barrichello e a velocidade de Nico, a equipe conseguiu terminar a temporada numa posição rasuavelmente boa. Para 2011 eles continuarão com Cosworth e com Barrichello, mas Hülkenberg foi trocado por outro campeão da GP2, o venezuelano Pastor Maldonado, que entra com um caminhão de dinheiro para a equipe. Analisando toda a história contada nesta semana, é de se imaginar que a equipe esteja costurando uma parceria com outra grande montadora. Resta a todos aguardar qual será o próximo lance de Sir Frank Williams, definitivamente um gênio do automobilismo.

1 Responses to Frank Williams e os novos desafios

  1. Ufa! li todo o especial e o que posso dizer é... Meus parabéns! Ficou ótimo.

    Estarei de olho nos próximos especiais.

    Abraço!

     

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