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Piloto frustrado, o jeito foi Frank Williams virar chefe

Postado por Thiago Raposo segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Depois dos especiais sobre Bernie Ecclstone e Ron Dennis, o Café com F1 e o Faster F1 voltam com mais um especial para você, leitor. Nesta semana será a vez de tratar com detalhes a vida de uma das grandes personalidades nos mais de 50 anos de Fórmula 1: Frank Williams. Serão cinco capítulos durante a semana, que tratará desde a infância e a fase piloto de Frank até os dias atuais.
Francis Owen Garbatt Williams, ou simplesmente Sir Frank Williams, nasceu no dia 16 de Abril de 1942, na Inglaterra. Filho de um piloto de bombardeiro, que combateu na Segunda Guerra Mundial e de uma professora de crianças especiais, foi morar com os avós depois que os pais se separaram. Aos sete anos foi enviado para um internato escocês para estudar. Foi lá que o menino começou a ter contato com revista sobre carros e se apaixonou pelo automobilismo, lendo as histórias da Jaguar nas 24 Horas de Le Mans.

Em 1961 teve a primeira experiência como piloto, ao andar com um Austin A40 numa competição que tinha entre os pilotos inscritos um tal de Graham Hill. Em 1963 Frank retornou a Inglaterra e se instalou em Londres, onde divivia um flat com o amigo (piloto) Piers Courage. Para arrumar dinheiro, trabalhou como garçom num restaurante que servia sopas, mas foi demitido pouco tempo depois por não prestar muita atenção no trabalho. "Naquela época eu era obrigado a usar um chapéu ridículo, que divertia os clientes no mesmo grau que me desagradava". Ele também tentou a carreira de taxista, mas só durou três semanas no cargo.

Incapaz de iniciar a carreira de piloto, Frank virou mecânico do amigo Jonathan Williams na Fórmula Júnior e começou a viajar a Europa com a categoria. Frank continuou, vez ou outra, se aventurando nas pistas, mas no fim de 1966 ele percebeu que não iria muito longe como piloto e resolveu pendurar de vez o capacete e se dedicar ao sonho de ter a própria equipe. Para juntar o dinheiro necessário para realizar o desejo, Frank Williams começou a trabalhar com revendas de carros de corrida.

Em 1967 ele adquiriu um Brabham BT24 e inscreveu o companheiro de flat, Piers Courage (foto ao lado), para uma prova em Brands Hatch. Vieram algumas provas na F3, F2 e F1, na qual em 1970 Courage faleceu após um forte acidente no Grande Prêmio da Holanda, em Zandvoort. Mas apesar da dor pela perda do amigo, Frank não se deixou abater e em 1972 expandiu a participação da equipe na F1 com a inscrição de dois carros que contavam com os pilotos Henri Pescarolo e José Carlos Pace. Estava nascendo então a equipe Williams, uma das mais vitoriosas na história da Fórmula 1, que será tratada em mais detalhes durante a semana, nos próximos capítulos deste especial sobre Sir Frank Williams.

4 comentários

  1. CLAP CLAP CLAP!
    Parabéns começou muito bem, falar sobre Sir Frank Williams!

    Se vc me permite uma pequena correção, em 67 Sir Frank comprou um BT24 e em 68 que ele comprou o BT26.

    Estarei acompanhando a série! abraços!

     
  2. Valew Marcos...

    Abraços!

     
  3. Thiago, obrigado por comentar no blog!

    Estarei de olho nesta série também, muito interessante.

    Abraço!

     
  4. Anônimo Says:
  5. SR. Francis Owen Garbatt Williams É UM GRANDE FILHO DA P, DEU UMA CARROÇA COM MOTOR DUVIDOSO PARA RUBENS B. AGORA QUE A WILLIAMS VAI TROCAR O MOTOR E DEPOIS QUE JÁ USOU BEM OS SERVIÇOS DO BRASILEIRO ELE QUER DESCARTAR O CARA QUE PARA MIM É O MAIOR PILOTO DO MUNDO.

    É SR FRANK CONTINUA SENDO UM FRUSTADO, ALEM DO MAIS UM BABACA E UM PUTA DE UM MALA.

     

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