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Guiseppe Farina, O primeiro Campeão

Postado por Flávio Nelson dos Santos sábado, 24 de setembro de 2011


Emilio Giuseppe "Nino" Farina (30 de Outubro de 1906 - 30 de Junho de 1966) se destaca na história da Fórmula 1 como o primeiro Campeão Mundial.

Nascido em Turim, Itália. Começou sua carreira no automobilismo mundial com a Maserati. Mas foi quando se mudou para Alfa Romeo, como segundo piloto de Tazio Nuvolari, que sua carreira de piloto realmente floresceu. Durante o final dos anos 1930 ele ganhou inúmeras corridas menores assegurando-se Campeão Italiano três anos seguidos (1937/38/39). Sua primeira vitória importante foi no Grande Premio de Trípoli de 1940. Infelizmente para Farina, ele atingiu seu auge como piloto no inicio da Segunda Guerra Mundial.

Em 1948 Farina venceu o Grande Premio de Mônaco com uma Maserati privada. Quando a Fédération Internationale de l’Automobile (FIA) anunciou o primeiro Campeonato Mundial em 1950, Farina garantiu um lugar ao lado de Juan Manuel Fangio e Luigi Fagioli na equipe Alfa Romeo conduzindo o invencível 158 Alfetta. Farina teve 3 vitórias das sete corridas da temporada inaugural, garantindo-se como o primeiro Campeão Mundial.

Em 1951, ele foi forçado a jogar o segundo titulo para Fangio, cujo ritmo era demais para Farina corresponder, tendo que se contentar com uma vitória solitária no GP da Bélgica de 1951. Indo para Ferrari em 1952, se viu sendo superado por outro companheiro de equipe, desta vez Alberto Ascari, que ganhou nove corridas seguidas e os títulos Mundiais de 1952 e 1953.

A primeira vitória pela Ferrari veio no GP da Alemanha de 1953 em Nürburgring. Naquele mesmo ano juntou-se com Mike Hawthorn para ganhar as 24 horas de Spa. No GP da Argentina de 1954 tornou-se o piloto mais velho a fazer uma Pole (47 anos). Neste mesmo ano pelo Campeonato Mundial de Carros Esporte (WSC), em Monza, quase morreu queimado após acidente na largada. Farina tentou um retorno em 1955, no entanto, ele se aposentou da Fórmula 1 no fim da temporada.

Em 1956 ele fez uma tentativa nas 500 Milhas de Indianápolis, falhando no Qualifying. Após quebrar a clavícula em um acidente em Monza, tentou novamente a Indy 500, mas desta vez seu companheiro de equipe teve um acidente fatal enquanto pilotava seu carro e Farina decidiu abandonar a carreira.

Um personagem notável no início da Fórmula 1, Farina era conhecido por seu estilo de condução e inteligência, mas também por sua petulância e desprezo para seus concorrentes. Ele esteve envolvido no acidente fatal de Marcel Lehoux no GP de Deauville de 1936 e o de László Hartmann em Trípoli, em 1938.  Foi irônico que depois de todas as lesões que sofreu na última parte de sua carreira, foi em um acidente que ele finalmente perdeu a vida em Chambéry, França, durante a realização do GP da França de 1966.

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